Trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade comemoram o dia 1º de maio em Teixeira

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Em clima de comemoração das conquistas adquiridas e também de protesto contra a reforma da previdência, trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade de Teixeira, participaram na noite de ontem, da celebração da santa missa, em comemoração ao dia 1º de Maio, dia do trabalho.

Agricultores, agricultoras, jovens, crianças, trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias, se concentraram em frente à sede do Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS, e seguiram em caminhada até a igreja Matriz de Santa Maria Madalena, onde aconteceu a celebração da santa missa.

Durante a caminhada e a missa os trabalhadores e as trabalhadoras expuseram faixas protestando contra a reforma da previdência do atual governo. Também apresentaram frutos do trabalho.

A comemoração do Dia do Trabalho foi realizada pela Paróquia de Santa Maria Madalena em parceria com o Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS e a União das Associações Comunitárias de Teixeira – UNACT.

O Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS agradece à todos os agricultores e agricultoras que se deslocaram de suas comunidades para participar deste momento celebrativo ao dia do trabalho.

 

 

CEPFS realiza oficina sobre gestão dos Fundos Rotativos Solidários

 

2Na última sexta feira, 17 de março de 2017, com a participação de lideranças, membros de comissões comunitárias dos Fundos Rotativos Solidários, integrantes da equipe técnica do CEPFS, além de agricultores e agricultoras, o Centro de Educação Popular e FormaçãoSocial – CEPFS realizou em sua Área Experimental, uma oficina sobre Gestão dos Fundos Rotativos Solidários.

A atividade teve como objetivo qualificar o processo de gestão dos Fundos Rotativos Solidários, a partir da identificação das  potencialidades e reflexão sobre os desafios existentes.  Entre as temáticas abordadas merecem destaque a prestação de contas e as formas de transparência exercitadas pelos FRS. As discussões originaram-se a partir das experiências dos Fundos Rotativos, dos resultados do diagnóstico realizado pelo projeto Sertão Agroecológico e Solidário (financiado pela Misereor) e da sistematização anual dos FRS.

A realização de prestação de contas mensal, reuniões especificas com as famílias que fazem parte dos FRS e a definição de um planejamento, foram algumas das iniciativas destacadas pelos participantes que podem favorecer a transparência e qualificar a gestão.

O segundo módulo da oficina será realizado no mês de abril com o objetivo de construir ferramentas que contribuam para que os Fundos Rotativos possam pôr em prática um processo de gestão mais qualificado e transparente.

Na oportunidade, também foi feita a escolha das comunidades a serem beneficiadas com 03 cisternas destinadas ao armazenamento de água para o consumo humano, que serão financiadas pelo CEPFS em parceria com a fábrica de calçados Cas Plus Water.

A atividade foi realizada através do projeto Sertão Agroecológico e Solidário, financiado pela Misereor, em parceria com o projeto Sertão Ecológico e Solidário que tem o apoio financeiro do Fundo Socioambiental da Caixa.

 

CEPFS realiza Oficina de Sistematização de Experiências

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Com a participação de jovens, de comunidades rurais dos municípios de Teixeira, Matureia e Imaculada, o Centro de Educação Popular e Formação Social – CEPFS realizou nos últimos dias 4 e 5 de março, na comunidade Poços de Baixo, Teixeira, uma oficina sobre Sistematização de Experiências em Boletins.

No primeiro dia de oficina os jovens conheceram e aplicaram técnicas de comunicação para sistematização de experiências em boletins. Durante a atividade prática eles sistematizaram a experiência do Fundo Rotativo Solidário da comunidade Poços de Baixo. Na oportunidade visitaram a agricultora Maria José para a realização de entrevistas e captação de fotos. A entrevistada relatou aos jovens a diversidade de benefícios adquiridos pela sua família através do Fundo Rotativo.

“Através do Fundo Rotativo Solidário fomos beneficiados em diversas necessidades, meu esposo fez uma cirurgia no olho, eu fiz uma cirurgia na mama, reformamos o banheiro, construímos uma cozinha, um fogão, entre outros”. Enfatizou Maria José

No segundo dia de atividade foi apresentada a sistematização do boletim e em seguida os jovens discutiram sobre seus sonhos, as iniciativas que gostariam de desenvolver no campo e as dificuldades para a realização de seus ideais, apontando caminhos para melhoria da qualidade vida e permanência no campo.

A jovem Elisângela da comunidade São Francisco, Teixeira, destacou o preconceito vivenciado na infância quando estudava na cidade e a importância da educação contextualizada para a zona rural.  “Estudava na cidade e sofria muito preconceito por ser da zona rural, isso me intimidava e eu evitava interagir nas discussões em sala de aula e até repeti de série. Hoje tenho orgulho de ser do campo e vejo também que na zona rural o ensino é falho, nossos livros abordam outras realidades, queremos que valorizem o campo e que traga conteúdos voltados para a nossa realidade”.

Dentre as iniciativas que poderão contribuir para a permanência dos jovens no campo foram apontadas: implantação de pontos de comercialização de produtos agroecológicos; estruturação das propriedades para o desenvolvimento das atividades de caprinocultura, ovinocultura e piscicultura; implantação de tecnologias sociais para captação e armazenamento de água para produção de alimentos.

A atividade foi um momento importante para motivar a juventude para o processo de sistematização e divulgação das experiências desenvolvidas pelos agricultores e agricultoras de base familiar e perceber e refletir sobre os potenciais e as possibilidades que a região oferece.

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